PALESTRA ” INTELIGÊNCIA FINANCEIRA” NO PRÓXIMO SÁBADO

Amigos,

Devido  às solicitações de nossos alunos, marcamos uma palestra para o próximo sábado.

Aproveitem o final de semana para cuidar de suas Finanças Pessoais.

Venham e tragam seus amigos. 

Endereço e contato para as inscrições  abaixo:Image

O livro está quase pronto

Queridos leitores, o nosso livro está quase pronto!

Estou aqui na Bahia, terminando de escrever o livro que já tem título.

Só poderei revelar o nome assim que registrá-lo.

O conteúdo está fantástico. Tenho certeza que vai ajudar muita gente a compreender o que é a vida e como ficar RICOOO !!!!

Até breve

Sueli Alencar

A importância da Educação Financeira

A importância da Educação Financeira

A Educação Financeira é  cada vez mais importante, na vida de todas as pessoas e não somente para investidores.

Está se tornando essencial para todas as famílias que tentam decidir como estabilizar o seu orçamento, ou comprar uma casa, ou investir na educação dos filhos e também para guardar para a aposentadoria.

As pessoas sempre foram responsáveis por administrar suas próprias finanças: para gastar nas férias, comprar um carro, eletrodomésticos, móveis. Mas o desenvolvimento recente fez da Educação Financeira um assunto incrivelmente importante para o bem-estar financeiro.

Por um lado o Mercado financeiro está bastante sofisticado, isto acarreta  que muitos dos consumidores não estão conseguindo escolher bem onde e como aplicar o seu dinheiro. Existe uma variedade muito grande de ofertas para investimento. Do mesmo modo,  o crédito ainda continua muito fácil de ser conseguido, apesar dos recentes aumentos nas taxas de juros .  Ao mesmo tempo, a responsabilidade e os riscos pelas decisões financeiras tomadas terão maior impacto no futuro das pessoas, principalmente as escolhas de previdências privadas que estão mais nas mãos do indivíduo do que das empresas.

Como a expectativa de vida vem aumentando no mundo todo, no Brasil não seria diferente. Assim, as questões referentes à aposentadoria são particularmente importantes.

As pessoas terão mais anos  desfrutando de seus planos de aposentadoria.

Sem Educação Financeira apropriada, as famílias não serão capazes de escolher as melhores maneiras de poupar e investir o dinheiro, correndo o risco de se envolver em fraudes.

Aqueles que tiverem Educação Financeira estarão mais preparados para economizar e analisar os produtos oferecidos pelo mercado financeiro, produtos que responderão melhor às suas necessidades e perfis. Isto trará efeitos positivos para os níveis de investimento e no crescimento econômico, em geral.

Um desafio é convencer as pessoas de que elas não estão suficientemente preparadas para

cuidar de suas finanças, como elas imaginam que estejam.

A Educação Financeira é necessária para evitar o que hoje está ocorrendo no Brasil:  80 milhões de pessoas endividadas, sem esperanças de resolverem seus problemas financeiros.

Muitas de pessoas se endividam com a compra da casa própria, de carros, computadores, telefones celulares, gastam além do que podem com roupas, sapatos e acessórios, consumindo abusivamente, estimuladas pelo marketing bem pensado e aplicado.

Nos últimos anos no Brasil, houve uma grande facilidade na oferta e tomada de crédito por parte das pessoas e empresas, com taxas de juros menores. Atualmente para combater a inflação, o governo vem subindo gradativamente a taxa de juros e chegamos  a uma taxa Selic de 12% ao ano! Uma das mais altas no mundo.

As pessoas com pouca Educação Financeira acabam se endividando mais do que deveriam.

Estamos propondo uma mudança nos hábitos de gastos, fornecendo informações básicas e fundamentais, mostrando com a prática e estimulando os indivíduos a poupar para o futuro, para a realização de sonhos de maneira organizada.

Propomos a formação de uma Cultura Financeira para aqueles interessados em ter uma vida financeira mais saudável, em busca de tranquilidade.

A próxima turma do Curso Inteligência Financeira VI será em Maio de 2011.

Venha participar conosco e esteja certo de seu sucesso, no domínio de sua vida financeira!

Contatos:    e-mail:  sm_lev@hotmail.com

Tel:  55 11 9374-3411

I

CURSO INTELIGÊNCIA FINANCEIRA – início 28 de fevereiro de 2011

Caros leitores e amigos

É com imensa satisfação que anuncio que nosso blog está batendo a marca de 2.000 leitores. Agradeço a cada um de vocês, pelos comentários e e-mails incentivadores que venho recebendo. Muito Obrigada!

Também quero convidá-los a participar da V Turma do Curso Inteligência Financeira, onde teremos a oportunidade de planejar a nossa vida financeira, criar metas e estratégias para realizá-las.

                                              Data de início do curso: 28/02/2011

Feliz Ano Novo!

Olá amigos!

 

Feliz Ano Novo!

 

Espero que tenham tido um Natal aconchegante junto aos seus familiares e amigos e também uma espetacular entrada no ano de 2009.

Depois de merecidas férias (pelo menos é o que eu acho), estou de volta para nossos bate-papos. Neste ano vou postar a cada 15 dias. Aguardo a visita de vocês e os seus comentários.

Escrevi esta matéria na praia, espero que vocês apreciem.

 

Quero agradecer a todos, meus queridos amigos que deixaram seus depoimentos. Estou muito feliz por poder colaborar de alguma maneira com o desenvolvimento financeiro de cada um.

 

Hoje vamos conversar um pouco sobre Educação Financeira.

 

O que é isso?

É simplesmente o conhecimento e a prática sobre o dinheiro no nosso dia-a-dia.

 

Como prometi no texto passado, vou começar contando quando foi que descobri, sobre a importância do dinheiro na minha vida:

Com 23 anos de idade, já casada e mãe de uma filha, eu estava tomando banho e de repente percebi que a água que eu estava usando, não caía do chuveiro de graça, meu marido estava trabalhando para que ela chegasse até nós.

Pois é, até então, eu vivia na casa dos meus queridos pais que me sustentaram completamente. Isto aconteceu, de verdade, apesar de já ser dentista e cuidar do sorriso e da saúde bucal dos meus clientes, eu trabalhava no consultório do meu pai, que fazia toda a contabilidade da clínica.

Eu achava que como eu era da área da Saúde, os números não me interessavam muito (Imagina só!).

 

Vou contar como era antes de casar:

Nunca me preocupei demais com coisas materiais. Não éramos milionários, mas eu tive uma infância e adolescência com uma certa abundância. Pelo menos era dessa forma que eu percebia na época.

Quando eu queria alguma coisa, minha mãe conversava com meu pai e na maioria das vezes eu logo tinha o que queria (eu era bem comportada nos meus “quereres”, eles ficavam dentro de um padrão compatível com o nosso estilo de vida, era assim que eu pensava, não me achava abusada demais).

Quando terminei o colégio e entrei na faculdade de Odontologia (que não era barata), eu comecei a dar aulas de laboratório no colégio que eu havia frequentado para ganhar alguns “troquinhos”. É que eu não queria ficar pedindo dinheiro para o meu pai, afinal, na minha cabeça eu já tinha 17 anos…

Juntando os dinheirinhos cheguei até a comprar alguns móveis e quadros para decorar meu quarto e fiz isso com muito orgulho.

O interessante é que este dinheiro eu havia recebido através da prática de meus talentos, e  eu deveria administrá-lo da melhor forma possível.

 

No segundo ano da faculdade, com 19 anos, fui trabalhar no consultório do meu pai, como secretária e aprendiz. Vejam, já havia um espírito empreendedor e de liberdade financeira, porém era muito tímido e faltava conhecimento.

Quando morava ainda com meus pais, eu tomava aquele banho gostoso e demorado, meus pais falavam pra economizar com a luz, etc. Assim, eu apressava os banhos, mas não tinha consciência a respeito da verdadeira necessidade de economizar financeiramente. (na época eu nem pensava em economizar para o planeta, era um enorme desperdício).

Depois, comecei a ter contato com finanças pessoais através da necessidade de manter controle sobre as contas, afinal, meu marido era assalariado e todo mês entrava o mesmo valor, não era como o meu pai, profissional autônomo com salário variável e imprevisível.  (Na verdade, eu não conseguia fazer isso direito).

Aos meus 23 anos, recém-casada, com uma filha bebê, iniciando carreira e sem instrução financeira, foram muitas mudanças e eu nem tinha “cabeça” para pensar muito sobre dinheiro, o meu forte era mesmo gastar.

Meus pais faziam um bom controle financeiro, mas eu não me interessava pelo assunto.

Nas escolas, na época, nada era falado, nada era conversado sobre finanças pessoais. Eu sabia muito pouco sobre o dinheiro, em contra partida,  tivemos algumas matérias na grade escolar que ajudaram  na formação moral de grande parte da minha geração e que hoje não estão mais nos currículos escolares, que pena!

 

Essas matérias eram:

OSPB (Organização Social e Política do Brasil);

EMC ( Educação Moral e Cívica);

Psicologia, entre outras.

 

Agora acrescentarão a matéria Filosofia e eliminarão 20% do número de aulas de História.

A eliminação dessa porcentagem é justificada pelo número de aulas que um aluno do ensino médio deve ter anualmente.

Na minha opinião tirar uma parte do tempo da matéria História é triste.

 

Bom, até aqui contei uma pequena parte da minha experiência.

E para você, como foram as suas experiências financeiras? Gostaria que vocês escrevessem contando como vocês eram ou mesmo como estão agindo hoje, assim podemos aprender juntos.

Nos próximos encontros contarei mais sobre a minha história financeira.

 

Agora vamos conversar um pouco sobre o momento que estamos vivendo, o hoje:

Percebo, no Brasil, um certo movimento no sentido de educar financeiramente a nova geração.

Você sabia que existem escolas, do ensino fundamental, que fazem atividades, do tipo “feiras”, onde as crianças compram e vendem, aprendem a fazer o “troco”, aprendem a negociar. Mas isso ainda é raridade.

 

Isso me deixa frustrada e ao mesmo tempo entusiasmada,  pois estou trabalhando para que este cenário mude o mais rápido possível.

Muitos dos pais dessas crianças também não são educados financeiramente, portanto, não têm valores financeiros para passar a seus filhos.

O Brasil tem uma característica peculiar na sua formação e no desenvolvimento do seu povo. Conhecer a história de cada povo também faz parte da Educação Financeira, pois são referências que poderemos utilizar para o nosso comportamento frente ao nosso Rico Dinheirinho.

 

É preciso mudar paradigmas. Abrir a mente e perceber que cada povo tem uma maneira diferente de tratar o dinheiro, de passar isso para as novas gerações.

E os brasileiros como ficam? Com a atual cultura do cartão de crédito? Com o quero, quero e quero agora?

Há muito trabalho pela frente, mas toda longa caminhada começa com apenas um passo, e é esse passo que convido você a dar comigo.

Em setembro deste ano, participei de uma convenção sobre Finanças chamada Expomoney, e em uma das palestras, foi perguntado ao palestrante, Augusto Sabóia:

 

Quando se deve iniciar a Educação Financeira de uma criança?

A resposta do palestrante calou fundo no meu coração e me fez refletir…

 

Ah! Aí está a resposta:

 

“A Educação Financeira de uma criança deve começar 20 anos antes do seu nascimento”.

 

Isto quer dizer que deve começar pela Educação Financeira DOS PAIS….

 

 

                                                          BINGO!

 

 

Se, queremos ter controle sobre nossas finanças pessoais e transmitir isso aos nossos filhos, devemos começar o mais cedo possível, certo?

 

                                                 O momento é agora!

 

O assunto Educação Financeira e Finanças Pessoais é bastante extenso, envolve muitos aspectos e fatores, e ao mesmo tempo, é muito prazeroso.

Como escrevi no texto anterior, 85% das famílias brasileiras estão endividadas.

O que você acha de fazer parte dos outros15% e poder dormir sossegado, num travesseiro bem fofinho, sem dívidas, pago à vista e com desconto?

 

No nosso próximo encontro falarei um pouco sobre diferentes povos, que tratam o dinheiro de maneira diferenciada.

 

 

Um grande abraço

SmLev – Sueli Alencar